Jogador vs Estudo Analise Da Valorização Exacerbada da Profissão Lazer(Audio)  

Publicado por: fefilosofia88 | 8 de maio de 2013

Canal do Otário – Análise Dos Impostos

Canal do Otário – Análise Dos Impostos  

Uma Análise do Nosso Querido Personagem do Canal do Otário explicando as questões dos impostos

Publicado por: fefilosofia88 | 5 de maio de 2013

Aulas Particulares É A Melhor Maneira de Aprender Inglês (Audio)

Aulas Particulares É A Melhor Maneira de Aprender Inglês (Audio)

Publicado por: fefilosofia88 | 2 de maio de 2013

O Ciúme ( Audio )

O Ciúme ( Audio )

Publicado por: fefilosofia88 | 1 de maio de 2013

Análise Sobre Segredo e Atração(Audio)

Análise Sobre Segredo e Atração (Audio) 

Publicado por: fefilosofia88 | 1 de maio de 2013

O Casamento ( Audio )

O Casamento ( Audio ) 

Publicado por: fefilosofia88 | 1 de maio de 2013

Será Que Vale A Pena Pagar Tão Caro Faculdades( Audio)

Será Que Vale A Pena Pagar Tão Caro Faculdades (Audio)

Publicado por: fefilosofia88 | 29 de abril de 2013

Verdade – Pra Todo Mundo Acreditar Em Deus

Verdade – Pra Todo Mundo Acreditar Em Deus 

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” A vida irrefletida não vale a pena ser vivida” 

                                                                 Sócrates  

Bom pra começar a falar sobre isso realmente é necessário que se pense que nenhuma pessoa vive algo além da verdade.Todo mundo só vive o que é verdade, e o fato de algumas coisas em determinadas pessoas se mostrarem insuficientes  deve-se a falta de aprendizado, pois todo mundo deliberadamente e porque não dizer naturalmente  é capaz de aprender tudo.

Não existe uma sabedoria total da vida para realmente dar explicações para tudo quanto é tipo de coisa que aqui existe, e apesar da ciência ter evidênciado cada vez mais novas descobertas, vemos realmente que  muitas de suas análises são realmente aceitas pois possuem consonância na lógica. Veja bem que as crenças arraigadas de muitas religiões no passado acabaram por causar mais sofrimento e dor do que a paz . Veja também que até hoje a função da religião realmente é promover a paz, mas o que vemos na realidade é uma guerra incessante entre uma religião e outra para promover suas crenças e derrubar determinados conceitos.Realmente precisa haver um ponto final em tudo isso, e para que isso aconteça é necessário estudo e evolução, pois realmente todo mundo necessita aprender, evoluir mas cada vez com mais novas idéias que sejam boas e que tenham sim consonância na lógica.

As questões de atração dos seus desejos muito evidenciada atualmente e que coloca um conforto no coração das pessoas, realmente é algo muito atrativo  mas se existisse mesmo uma evidência totalmente concreta da existência desse segredo, que ainda é algo duvidoso, talvez não existiria mais nenhum tipo de sofrimento no mundo. Todo mundo estaria vivendo bem, sem qualquer tipo de problemas , vemos que quando são testadas algumas provações são muitos os que sucumbem, mas muitas vezes é porque não possuem uma evidência concreta de que as coisas realmente vão mudar.  

Pode crer que se houvessem evidências concretas de que tudo seria resolvido da melhor forma possível dificilmente as pessoas iriam sucumbir ao sofrimento.As pessoas infelizmente somente sucumbem pela falta de evidência de que realmente tudo será resolvido. Todos querem viver bem, todos querem ser felizes deliberadamente, e realmente uma busca por novos conhecimentos que evidenciem uma verdade pode ser algo mais confortante para uma pessoa, do que simplesmente idéias sem fundamento colocadas em evidência por determinadas religiões.  

Naturalmente falando a humanidade sucumbe a verdade quando as provas são realmente claras. Para entender Deus é necessário que cada vez mais se busque uma compreensão grande da vida e da verdade. Deus leva conforto, Deus leva paz , o mundo tem diversos tipos de problemas e crenças diferentes, mas se a verdade absoluta fosse evidenciada todo mundo realmente acreditaria em Deus. 

 

 

Publicado por: fefilosofia88 | 28 de abril de 2013

Auto- Estima e Vaidade – Flavio Gikovate

Auto- Estima e Vaidade – Flavio Gikovate 

Uma análise interessante sobre Auto – Estima e Vaidade do nosso querido psiquiatra Flavio Gikovate

Publicado por: fefilosofia88 | 28 de abril de 2013

Desemprego e Depressão na Europa

Desemprego e Depressão na Europa 

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A europa em depressão

Aumento do número de suicídios motivados por razões econômicas levanta uma delicada questão: será que os planos de austeridades não estão indo longe demais?

Mariana Queiroz Barboza

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LUTO
Tiziana Marrone (de preto) lidera a marcha
das viúvas em Bolonha, na Itália

No início de junho, o empresário Renzo Menin, 60 anos, decidiu acabar com sua vida se atirando da ponte Stocco, em Pádua, na Itália. Pouco menos de um mês antes, um homem de 53 anos, desempregado, fez o mesmo na província de Ancona, saltando da varanda do terceiro andar de sua casa. Em Salerno, Generoso Armenante, ex-segurança de 49 anos, se enforcou depois de um almoço em família. Em comum na história desses italianos, a falta de perspectiva e o sofrimento causado pela incapacidade de honrar suas dívidas, reflexo direto da crise econômica que atinge a Europa. Menin, pouco antes de ir à ponte, recebera uma notificação da Equitalia, empresa pública responsável pela cobrança dos impostos no país, de que sua dívida com o fisco chegava a 117 mil euros. O homem de Ancona, cujo nome não foi divulgado, vinha de um profundo quadro de depressão agravado pela falta de emprego e pelo fim de seu casamento. Estava sozinho em casa quando saltou da varanda, mas foi encontrado pelo próprio filho na calçada. Armenante estava sem trabalho há um ano e meio e era ameaçado de despejo. Deixou no bolso um bilhete: “Decidi acabar com minha vida porque sou um fracasso. Não posso mais viver sem trabalho”.

Desde o início de 2012, 80 pessoas tiveram suas mortes ligadas à crise econômica na Itália. Segundo o instituto de pesquisas Eures, o número de suicídios está em ascensão desde 2008, quando os primeiros efeitos do colapso financeiro começaram a surgir. Assim que o premiê Mario Monti assumiu o poder na terceira maior economia da zona do euro, no fim de 2011, uma série de medidas de austeridade entrou em vigor para reduzir os gastos públicos e assegurar a saúde financeira do governo. Os serviços públicos foram cortados e os impostos subiram. Enquanto o desemprego chegava a níveis recordes (em abril, ficou em 10,2%), o custo de vida aumentava. Com o objetivo de chamar a atenção para o drama, em maio, um grupo de viúvas de suicidas organizou uma marcha na cidade de Bolonha. A líder do grupo, Tiziana Marrone, era casada com o artesão Giuseppe Campaniello, que atirou fogo em si na calçada em frente a um escritório da Equitalia. Durante o protesto, Tiziana disse: “Não queremos terminar como a Grécia”.

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VÍTIMAS DA ECONOMIA
Família dorme na calçada em Atenas, na Grécia: a austeridade gerada
pela recessão fez o índice de suicídios dobrar no país nos últimos três anos

Antes um dos países com o menor índice de suicídio, a Grécia viu suas taxas dobrar nos últimos três anos. O caso mais emblemático é o do aposentado Dimitris Christoulas, 77 anos, que chocou o mundo numa manhã de abril, quando disparou um tiro de pistola na cabeça. O local escolhido foi a praça Sintagma, em Atenas, bem em frente ao Parlamento. Em sua carta de despedida, Christoulas escreveu: “Não me resta nenhuma solução exceto colocar um fim decente à minha vida antes de ser forçado a procurar comida no lixo e de ser um fardo para os meus filhos”. O final trágico segue um roteiro previsível. A crise provoca mudanças no ambiente macroeconômico (aumento do desemprego, das dívidas domésticas e da desigualdade de renda), o que implica respostas políticas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas respostas são determinantes para o agravamento ou a suavização de fatores de risco para a saúde mental. Em geral, cada aumento de 1% no desemprego é associado a uma alta de 0,79% nos suicídios de pessoas de até 65 anos. “A austeridade está intimamente relacionada ao aumento de suicídios”, disse à ISTOÉ Paul Corcoran, diretor da Fundação Nacional para Pesquisas em Suicídio, da Irlanda. “Investir em criação de empregos e serviços sociais reduz o impacto da recessão.” Segundo o especialista, a polícia irlandesa intensificou nos últimos meses a patrulha em conhecidos locais de suicídios, como os cais de Dublin e Cork.

Relatório da OMS mostra que, na Finlândia e na Suécia, períodos de profunda recessão não aumentaram as taxas de suicídio porque os benefícios sociais foram mantidos e, em alguns casos, até subiram. A regra, porém, é outra. A crise asiática de 1997 e 1998 foi responsável por dez mil mortes em Hong Kong, no Japão e na Coreia. Nos Estados Unidos, a crise de 1929, conhecida também como Grande Depressão, levou a um aumento de 22,8% nos suicídios até 1932 – maior avanço observado num período de quatro anos, de acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), de Atlanta. Alex Crosby, médico do CDC, disse à ISTOÉ que os homens, entre 25 e 64 anos, são quatro vezes mais propensos ao suicídio motivado por razões econômicas do que as mulheres. O medo de perder o emprego e o comprometimento da renda com dívidas são fatores de estresse. Os números relacionados às mortes demoram cerca de dois anos para serem oficializados, mas, pelas suas observações, Crosby afirma: “O padrão se repete na crise atual”.

O que leva um bilionário ao suicídio?

Uma aposta errada em derivativos, prejuízos gigantescos e a incapacidade de lidar com o fracasso selaram o destino do empresário alemão Adolf Merckle

Por HUGO CILO

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NA MANHÃ DA SEGUNDA feira 5, o magnata alemão Adolf Merckle, 74 anos, acordou por volta das 7h em sua mansão na pacata cidade de Blaubeuren, ao sul do país, não tão rico quanto na noite anterior, mas ainda bilionário. Como de costume, servido por 11 empregados, tomou café da manhã e folheou o jornal. Apesar de prejuízos estimados em US$ 1,5 bilhão com a crise internacional, ele tinha em mãos um império avaliado em mais de US$ 9,2 bilhões, fortuna que o mantinha entre os 100 homens mais ricos do planeta, segundo ranking da Forbes. Se ele seguisse sua rotina normal, sairia de casa em direção ao escritório, no centro da cidade, para administrar o grupo de empresas que leva seu nome, com mais de 70 mil funcionários. Mas aquele não era um dia normal. Horas depois, Merckle decidiu acabar com a própria vida. Escreveu uma carta de despedida à família, caminhou 300 metros, deitou-se em uma ferrovia próxima e aguardou o trem passar. Para ele, era o fim dos problemas. O corpo só foi encontrado à noite./

O que levaria um dos homens mais ricos do mundo ao suicídio? A resposta é tão intrigante e complexa quanto seu envolvimento na crise global. “A precária situação econômica de suas empresas provocada pela crise financeira, assim como as incertezas das últimas semanas e a sensação de impotência por não poder mais controlar a situação, arrasaram o dedicado executivo”, afirmou a família Merckle, em um comunicado. O Grupo Merckle, que inclui as farmacêuticas Ratiopharm e Phoenix e a maior indústria de cimento da Alemanha, a HeiderlbergCement, possui oficialmente uma dívida de US$ 1,5 bilhão com bancos. Especialistas do mercado bancário europeu estimam, no entanto, que o rombo pode chegar a US$ 7,5 bilhões. As empresas dele faturaram no ano passado cerca de US$ 45 bilhões. Desde o agravamento da crise, o industrial tentava captar, sem sucesso, empréstimos na Alemanha.

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Aparentemente, a decisão do empresário vai além da questão financeira. Antes da crise, Merckle perdeu quase US$ 1,5 bilhão com investimentos especulativos nas ações da Volkswagen. Em outubro passado, ele apostou na queda dos papéis da montadora, mas o valor disparou com o anúncio do interesse da Porsche, comandada por Ferdinand Piëch, em reforçar a posição na marca. Logo em seguida, a Porsche assumiu o controle acionário da Volkswagen. Após o episódio, Merckle saiu derrotado por Piëch e sua imagem ficou arranhada no mercado. Para a psicoterapeuta Regiane Garcia, professora do Instituto Brasileiro de Psicossomática, o suicídio de Merckle provavelmente foi motivado pela sensação de fracasso, mais do que apenas as perdas financeiras. “Não sabemos dos problemas pessoais dele nem de seu estado psicológico, mas podemos supor que a decisão de se matar pode estar relacionada a um quadro de depressão, que gerou um comportamento de desequilíbrio”, disse Regiane. Seja por depressão, seja pelo sentimento de perda, o suicídio não foi a saída encontrada apenas por Merckle. O americano Thierry de la Villahuchet, 65 anos, dono do fundo Acces International, se matou no dia 23 de dezembro após levar um golpe de mais de US$ 1 bilhão de Bernard Madoff.

 
Vejamos que essas são questões complicadas, e quando vem a tona problemas como esse é que são testadas de verdade os tipos de crenças de todas as pessoas. Atualmente muitas pessoas vem falando muito sobre Lei de Atração, uma lei na qual conseguimos atrair para nossa vida tudo aquilo que sonhamos e pensamos, e dessa forma conseguimos conquistar a realização de nossos sonhos em todas as circunstâncias. A grande realidade é que por mais que a Lei da Atração exista, e que seja algo realmente confortante para o coração das pessoas, precisamos realmente ser muito sinceros.Temos que entender claramente que não existem evidências concretas para a existência dessa Lei da Atração , e que as pessoas continuam sucumbindo ao sofrimento sem conseguir enxergar uma luz quando grandes problemas vem a tona.A grande verdade nesse caso poderia ser que se existisse uma evidência concreta na consonância da lógica provando totalmente que a lei da atração existe nenhum tipo de sofrimento continuaria existindo no mundo.

É lamentável essa situação na Europa, mas vamos crer que realmente os governos de todos os países vão se unir para tentar tomar medidas sérias contra a austeridade, pois senão as coisas vão acabar piorando e piorando muito. Algo precisa ser feito para que essa situação melhore de uma vez por todas.

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